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    • #Cuidados com a pele e rotina de banho
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    Cuidados com a dermatite atópica

    4min 48sec Atualizado em dezembro 18, 2025
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    Cuidados com a dermatite atópica

    A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica da pele que afeta cerca de 20% das crianças brasileiras. Com a umidade baixa em determinadas épocas do ano, o ressecamento característico dessa condição se intensifica, comprometendo a barreira cutânea naturalmente deficiente em lipídios. Os casos manifestam-se através de pele ressecada, coceira intensa e lesões avermelhadas, afetando significativamente a qualidade de vida dos pequenos. O desconforto constante prejudica o sono, o bem-estar e até mesmo as atividades diárias das crianças. Por isso, estabelecer cuidados específicos com a pele atópica desde os primeiros sinais é fundamental para controlar os sintomas e proporcionar alívio aos pequenos pacientes.

    O que é dermatite atópica?

    A dermatite atópica, catalogada com o CID L20 na Classificação Internacional de Doenças, é uma doença inflamatória crônica da pele caracterizada por inflamação persistente, ressecamento extremo e coceira intensa. Trata-se da forma mais comum de eczema, com predisposição genética e influenciada por fatores ambientais e psicossomáticos. Embora seja altamente prevalente na infância, pode persistir ou surgir na fase adulta, afetando a qualidade de vida dos pacientes em qualquer idade.

    Atópico: significado clínico

    O termo "atópico" deriva do grego (a + topos, "sem lugar") e foi introduzido em 1923 para designar condições alérgicas específicas. Clinicamente, refere-se a uma predisposição genética para desenvolver resposta imunológica excessiva a estímulos ambientais comuns. Pacientes atópicos apresentam maior produção de anticorpos específicos (imunoglobulinas E) e frequentemente possuem histórico familiar de outras condições atópicas como rinite alérgica ou asma. A pele atópica possui estrutura alterada: menos oleosa, excessivamente seca e mais porosa, permitindo maior penetração de alérgenos e irritantes.

    Dermatite versus eczema: há diferença?

    Na prática clínica, os termos "dermatite" e "eczema" são frequentemente utilizados como sinônimos, referindo-se a inflamações cutâneas que provocam vermelhidão e coceira. A dermatite atópica é caracterizada por lesões papulovesiculares com eritema, edema e, em fases agudas, exsudação e vesiculação. Na fase crônica, observa-se encrostamento, escamação e liquenificação (espessamento da pele com sulcos acentuados). Enquanto o eczema pode ser classificado em diversos tipos (de contato, disidrótico, numular), a dermatite atópica representa uma condição específica com períodos alternados de melhora e piora, que podem durar meses ou anos, exigindo cuidados contínuos e tratamento especializado.

    Sintomas de dermatite atópica

    Coceira constante e lesões

    A dermatite atópica caracteriza-se principalmente pela coceira intensa e persistente, que pode prejudicar significativamente o sono e o bem-estar do paciente. As lesões típicas incluem áreas de pele extremamente seca, avermelhada e com escamas, que podem evoluir para crostas em períodos de crise. Estas manifestações costumam aparecer nas dobras cutâneas como cotovelos e joelhos, mas também afetam frequentemente o rosto, bochechas, pescoço e couro cabeludo.

    No couro cabeludo, a dermatite atópica pode se apresentar com manchas vermelhas, crostas e, por vezes, descamação semelhante à caspa. Em bebês até 2 anos, estas lesões podem ser confundidas com dermatite seborreica, caracterizada por escamas amareladas e gordurosas, conhecidas popularmente como "crosta láctea".

    Dermatite leve, moderada ou grave

    A intensidade dos sintomas permite classificar a dermatite atópica em diferentes níveis de gravidade:

    • Dermatite atópica leve: apresenta crises intermitentes com períodos de remissão espontânea, afetando áreas limitadas do corpo.
    • Dermatite atópica moderada: os sintomas raramente desaparecem sem tratamento e afetam áreas maiores da pele.
    • Dermatite atópica grave: acomete extensas áreas corporais, com lesões mais intensas, coceira severa e impacto significativo na qualidade de vida.

    Nos casos moderados a graves, o paciente pode apresentar áreas de liquenificação – espessamento da pele com acentuação das linhas cutâneas, resultado do ato repetitivo de coçar e esfregar as lesões.

    Complicações e infecções secundárias

    Pessoas com dermatite atópica possuem maior probabilidade de desenvolver infecções cutâneas, pois o ato de coçar e esfregar as lesões compromete a barreira protetora da pele. As complicações mais comuns incluem:

    • Infecções bacterianas, principalmente por Staphylococcus aureus.
    • Infecções virais, como o herpes simples (podendo causar erupção variceliforme de Kaposi).
    • Maior susceptibilidade a verrugas e molusco contagioso.
    • Infecções fúngicas na pele.
    • Agravamento dos sintomas respiratórios em pacientes com asma ou rinite alérgica.

    O controle adequado da doença, com hidratação diária e medicamentos específicos, é fundamental para prevenir estas complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Causas da dermatite atópica

    Fatores genéticos e imunológicos

    A dermatite atópica possui forte componente hereditário, com 82% do risco de desenvolvimento atribuído a fatores genéticos. Crianças com ambos os pais afetados por atopia têm cinco vezes mais chances de desenvolver a doença com início precoce e persistente. A mutação no gene da filagrina (FLG) é particularmente importante, aumentando entre duas e três vezes o risco de dermatite atópica. Esta proteína é fundamental para a barreira cutânea, e sua deficiência compromete a capacidade da pele de reter umidade.

    O uso precoce de antibióticos durante a infância também pode influenciar no desenvolvimento da dermatite atópica, alterando a microbiota intestinal e cutânea, o que pode desregular o sistema imunológico ainda em formação.

    Fator Evidência Impacto
    Mutação FLG Forte 2-3× maior risco
    Histórico familiar Significativa 5× maior risco com ambos pais afetados
    Antibióticos na infância Moderada Alteração da microbiota

    Influência ambiental e estresse

    Fatores ambientais representam aproximadamente 18% do risco para desenvolvimento da dermatite atópica. Condições como baixa umidade, poluentes e irritantes externos podem comprometer a barreira cutânea já fragilizada. A exposição a alérgenos como pelos de animais, ácaros e certos alimentos também pode desencadear crises em pessoas predispostas.

    O estresse emocional é reconhecido como importante fator agravante. Estudos mostram que 30% dos problemas de pele ocorrem quando o sistema imunológico reage para proteger o corpo de um estresse desencadeado por fatores psicoemocionais. O cortisol liberado em momentos de estresse afeta a pele através de processos inflamatórios, criando um ciclo vicioso: o estresse intensifica a coceira, que por sua vez aumenta a inflamação e agrava os sintomas da dermatite atópica.

    A terapia com ultravioleta B de banda estreita tem demonstrado eficácia no controle dos sintomas ao reduzir a inflamação da pele e aliviar o prurido associado a esta condição crônica.

    Dermatite em bebê e crianças: o que muda?

    A dermatite atópica apresenta características distintas conforme a idade da criança. Nos bebês entre 3 meses e 2 anos de vida, período em que a condição é mais comum, as manifestações cutâneas possuem particularidades que os pais precisam conhecer para garantir o diagnóstico precoce e tratamento adequado, melhorando assim a qualidade de vida de toda a família.

    Sinais nos primeiros anos de idade

    Nos bebês, a dermatite atópica geralmente afeta o rosto, especialmente as bochechas, o pescoço e as dobras das pernas e braços. A pele apresenta-se ressecada, áspera, avermelhada e, em alguns casos, com pequenas escamas. Aproximadamente 85% dos casos surgem durante o primeiro ano de vida, podendo chegar a 95% antes dos 5 anos de idade.

    Conforme a criança cresce, as áreas afetadas mudam. Em crianças acima de 1 ano, as lesões tendem a aparecer com mais frequência nas dobras do braço, atrás dos joelhos, nos pulsos e tornozelos. A coceira intensa é um sintoma que permanece em todas as fases e pode prejudicar significativamente o sono e o bem-estar da criança, impactando toda a rotina familiar.

    Quando procurar o médico

    É fundamental buscar atendimento médico aos primeiros sinais da dermatite atópica. O diagnóstico e acompanhamento devem ser realizados por uma equipe multidisciplinar, incluindo pediatra, dermatologista e alergologista. Procure assistência imediata quando notar vermelhidão persistente, ressecamento intenso ou se a criança demonstrar desconforto constante com coceira.

    Casos graves podem evoluir para infecções secundárias quando a criança coça excessivamente as lesões, criando feridas que se tornam porta de entrada para bactérias e vírus. Nestas situações, o médico pode prescrever antibióticos e, em quadros mais severos, pode ser necessária até mesmo internação hospitalar para controle adequado da condição.

    Para saber mais sobre alimentação e dermatite em bebê, consulte nosso guia específico sobre o tema.

    Dermatite atópica no rosto, mãos, pés e outras áreas

    A dermatite atópica pode manifestar-se em diferentes partes do corpo, apresentando características específicas em cada região. As manifestações variam conforme a idade e podem exigir cuidados especiais para cada área afetada. Entender essas variações regionais é fundamental para um tratamento eficaz e alívio dos sintomas.

    Rosto e pescoço

    A dermatite no pescoço e face é particularmente comum em bebês e crianças pequenas. No rosto, as lesões aparecem frequentemente nas bochechas, pálpebras e testa, caracterizadas por vermelhidão, descamação e, em casos mais graves, crostas e secreção. O pescoço, especialmente nas preguinhas, é uma área de dobra que retém umidade, favorecendo a irritação.

    Para cuidados específicos:

    • Use água morna (nunca quente) para lavar o rosto e pescoço.
    • Evite produtos com fragrâncias ou álcool.
    • Aplique hidratantes específicos para pele atópica imediatamente após o banho.
    • Seque delicadamente, sem esfregar, usando toalhas macias.

    Cotovelo, braço e pernas

    Nas dobras dos cotovelos, braços e parte de trás dos joelhos, a dermatite atópica tende a ser mais comum em crianças maiores e adultos. Nestas áreas, a pele pode ficar mais espessa, escura e áspera devido ao atrito constante. Estas regiões geralmente apresentam maior ressecamento e coceira intensa.

    Recomendações para estas regiões:

    • Evite roupas de tecidos ásperos ou sintéticos que aumentam a fricção.
    • Prefira tecidos de algodão, especialmente em contato direto com a pele.
    • Hidrate estas áreas duas vezes ao dia com produtos relipidantes.
    • Evite coçar, mesmo nos momentos de crise intensa.

    Couro cabeludo e mãos

    A dermatite nas mãos e no couro cabeludo requer atenção especial. As mãos estão constantemente expostas a irritantes externos como sabões, detergentes e variações de temperatura. Já o couro cabeludo pode apresentar descamação intensa, coceira e vermelhidão, muitas vezes confundida com caspa comum.

    Cuidados essenciais:

    • Para o couro cabeludo, utilize shampoos suaves e sem sulfatos.
    • Evite água muito quente ao lavar os cabelos.
    • Para as mãos, use luvas ao manusear produtos químicos domésticos.
    • Aplique hidratantes específicos após cada lavagem das mãos.
    • Mantenha as unhas curtas para reduzir danos causados ao coçar.

    A hidratação constante e a identificação dos fatores desencadeantes em cada região do corpo são fundamentais para controlar a dermatite atópica, independentemente da área afetada.

    Tratamento dermatite atópica: pomadas, hidratantes e sabonetes

    Hidratante dermatite atópica: por que é essencial

    A hidratação é o pilar fundamental no tratamento da dermatite atópica. Os hidratantes atuam diretamente na barreira cutânea comprometida, auxiliando na suavização dos sintomas e na hidratação da região afetada. Para peles com tendência atópica, que são naturalmente deficientes em lipídios, os hidratantes específicos repõem esses componentes essenciais, restaurando a função de proteção da pele.

    A aplicação regular de hidratantes adequados proporciona alívio imediato da coceira, reduz a vermelhidão e previne o ressecamento excessivo que desencadeia as crises. É recomendável aplicar o hidratante pelo menos duas vezes ao dia, especialmente após o banho, quando a pele ainda está levemente úmida, para maior absorção e eficácia do produto.

    O STELATOPIA+ Hidratante Relipidante Antiprurido Orgânico Certificado da Mustela destaca-se por sua fórmula com Óleo Destilado de Girassol orgânico, que ativa o processo de reposição da hidratação e apresenta propriedades calmantes comprovadas para peles extremamente ressecadas.

    Pomadas e medicamentos tópicos

    O tratamento medicamentoso da dermatite atópica frequentemente inclui o uso de pomadas com corticoides, que possuem ação anti-inflamatória e ajudam a controlar as crises. Estes medicamentos devem ser utilizados apenas sob prescrição médica, respeitando a dosagem correta e o tempo de tratamento recomendado pelo dermatologista.

    Produto Indicação Fase da doença
    Corticoides leves Redução da inflamação e coceira Crises leves a moderadas
    Imunossupressores tópicos Controle de inflamação sem efeitos dos corticoides Tratamento prolongado
    Hidratantes específicos Manutenção da barreira cutânea Uso diário/preventivo

    É importante ressaltar que o uso prolongado de corticoides pode causar efeitos colaterais como atrofia da pele, estrias e aumento do risco de infecções. Por isso, alternativas como os imunossupressores tópicos são indicadas para tratamentos mais longos, especialmente em áreas sensíveis como rosto e pescoço.

    Sabonete e banho: dosagem correta de cuidados

    O momento do banho é crucial no tratamento da dermatite atópica. A água morna (nunca quente) deve ser utilizada por no máximo 5-10 minutos para evitar o ressecamento excessivo da pele. A escolha do sabonete adequado faz toda diferença: produtos específicos como o Stelatopia Gel Lavante limpam suavemente sem agredir a barreira cutânea já comprometida.

    Após o banho, é fundamental secar a pele com leves toques, sem fricção, e aplicar imediatamente o hidratante para selar a umidade. Evite o uso de buchas ou esponjas ásperas que podem irritar ainda mais a pele sensibilizada. O ideal é manter uma rotina consistente de cuidados, utilizando produtos da mesma linha para potencializar os resultados.

    Para bebês e crianças, os cuidados adequados incluem banhos mais curtos e menos frequentes durante as crises, uso de sabonetes sem fragrância e aplicação generosa de hidratantes específicos logo após o banho, quando a pele ainda está levemente úmida.

    Remédio para dermatite atópica: quando recorrer a medicações orais

    A dermatite atópica, doença inflamatória crônica da pele, geralmente é controlada com tratamentos tópicos. No entanto, em casos mais graves ou resistentes, os especialistas podem recomendar o uso de medicações orais para controlar a inflamação e aliviar os sintomas intensos.

    Corticosteroides sistêmicos e imunomoduladores

    Os corticosteroides sistêmicos, como a prednisona, são medicamentos potentes indicados para crises graves de dermatite atópica. Agem rapidamente reduzindo a inflamação e controlando o prurido intenso quando os tratamentos tópicos não são suficientes. Geralmente são prescritos em cursos curtos de tratamento, pois não são recomendados para uso prolongado.

    Já os imunomoduladores orais, como ciclosporina, azatioprina e metotrexato, são alternativas para pacientes com dermatite atópica grave e persistente. Estes medicamentos atuam modulando a resposta imunológica do organismo, reduzindo a inflamação na pele. Medicamentos biológicos mais recentes, como dupilumabe e tralokinumabe, representam avanços no tratamento de casos refratários.

    Efeitos colaterais e acompanhamento

    O uso de corticosteroides orais por períodos prolongados pode ocasionar diversos efeitos colaterais, incluindo ganho de peso, retenção de líquidos, alterações de humor, hipertensão, osteoporose e maior susceptibilidade a infecções. Por isso, dermatologistas recomendam utilizá-los apenas por curtos períodos, sob rigoroso acompanhamento médico.

    Os imunomoduladores também exigem monitoramento regular através de exames laboratoriais para avaliar função renal, hepática e contagem sanguínea. Em situações extremamente graves, com infecções secundárias ou descompensação do quadro, pode ser necessária internação hospitalar para controle adequado da dermatose, administração de medicamentos intravenosos e hidratação.

    O acompanhamento com especialistas é fundamental para ajustar as doses, monitorar possíveis efeitos colaterais e garantir a eficácia do tratamento, sempre buscando a melhor qualidade de vida para os pacientes com dermatite atópica.

    Cuidados diários e prevenção de crises

    O que piora a dermatite atópica?

    A dermatite atópica pode ser agravada por diversos fatores ambientais e comportamentais que merecem atenção especial. Mudanças bruscas de temperatura são particularmente prejudiciais, assim como ambientes excessivamente secos ou úmidos. Banhos muito quentes e prolongados removem a oleosidade natural da pele, intensificando o ressecamento característico da condição. O uso de produtos com perfumes, corantes e conservantes também pode desencadear crises, por isso recomenda-se evitar cosméticos convencionais.

    O estresse emocional é outro fator agravante significativo, pois libera cortisol que aumenta a resposta inflamatória. Roupas de tecidos sintéticos ou de lã em contato direto com a pele podem causar irritação mecânica e piorar os sintomas. É importante ressaltar que o uso de antibióticos sem prescrição médica pode desequilibrar a microbiota cutânea, comprometendo ainda mais a barreira da pele.

    Rotina de cuidados com a pele

    Uma rotina adequada de cuidados é fundamental para controlar a dermatite atópica. O primeiro passo é a hidratação intensiva da pele, que deve ser realizada diariamente com produtos específicos como o STELATOPIA+ Hidratante Relipidante. Mantenha a temperatura ambiente entre 20°C e 22°C, com umidade controlada (idealmente entre 45% e 55%) para evitar ressecamento excessivo.

    Para o banho, utilize água morna (nunca quente) e produtos de limpeza suaves como o Stelatopia Gel Lavante, que não agridem a barreira cutânea. Prefira roupas de algodão orgânico, evitando tecidos sintéticos que podem irritar a pele. Para crianças com dermatite atópica, escolha atividades físicas que não provoquem sudorese excessiva.

    Em casos moderados a graves, a fototerapia com ultravioleta B de banda estreita pode ser uma opção terapêutica eficaz, sempre sob orientação médica. Este tratamento tem efeito anti-inflamatório sem comprometer a imunidade, sendo uma alternativa para pacientes que não respondem bem aos tratamentos convencionais ou que não podem usar imunossupressores.

    Perguntas frequentes sobre dermatite atópica

    O que é dermatite atópica?

    A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica da pele, de origem genética e influenciada por fatores ambientais. Caracteriza-se por pele extremamente seca, coceira intensa e lesões avermelhadas, sendo altamente prevalente na infância, embora possa afetar também adultos.

    Dermatite atópica é contagiosa?

    Não, a dermatite atópica não é uma doença contagiosa. Não é possível transmitir a condição por contato físico, compartilhamento de objetos ou qualquer outro tipo de interação. Trata-se de uma condição relacionada a fatores genéticos e imunológicos do próprio indivíduo.

    Quanto tempo dura uma crise?

    As crises de dermatite atópica variam em duração, podendo persistir de alguns dias a várias semanas. Há períodos de melhora e recaídas frequentes, com intervalos que variam de semanas a meses entre uma crise e outra, dependendo dos cuidados e fatores desencadeantes.

    Quais são os melhores remédios?

    Os tratamentos mais eficazes incluem corticoides tópicos para crises agudas, inibidores de calcineurina como tacrolimo, e hidratantes específicos para pele atópica. Novos imunobiológicos como dupilumabe foram incorporados para casos graves, sempre sob prescrição médica e acompanhamento especializado.

    Como tratar em bebês?

    O tratamento em bebês envolve hidratação constante da pele com produtos específicos para pele atópica, banhos rápidos com água morna e sabonetes suaves. Medicamentos tópicos podem ser prescritos pelo pediatra ou dermatologista, além de identificar e evitar fatores desencadeantes.

    Dermatite atópica tem cura?

    Não existe cura definitiva para a dermatite atópica, mas a condição pode ser controlada com tratamento adequado. Em aproximadamente 70% dos pacientes, os sintomas diminuem significativamente na adolescência, permitindo uma qualidade de vida normal com os cuidados apropriados.

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    • O que o bebê com dermatite atópica pode e não pode comer
    • Verdadeiro ou falso: dermatite atópica
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