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    O que o bebê com dermatite atópica pode e não pode comer

    6min 55sec Atualizado em janeiro 08, 2026
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    O que o bebê com dermatite atópica pode e não pode comer

    A dermatite atópica em bebê é uma condição cutânea crônica caracterizada por pele seca, vermelhidão e coceira intensa. Afeta aproximadamente 20% das crianças, manifestando-se principalmente nas bochechas, pescoço e dobras do corpo.

    Este artigo aborda os aspectos fundamentais da condição: sintomas, causas, tratamentos e, especialmente, orientações alimentares essenciais. Você vai entender a relação entre alergias alimentares e crises de eczema, descobrir quais alimentos podem desencadear reações e como manter uma nutrição adequada para seu bebê durante o tratamento.

    Dermatite atópica: o que é e por que acontece no bebê?

    O que é dermatite atópica?

    A dermatite atópica é um tipo de dermatite crônica e inflamatória da pele, caracterizada principalmente por pele seca, coceira intensa e vermelhidão. Trata-se de uma doença de origem genética que afeta aproximadamente 15% a 20% das crianças e cerca de 3% dos adultos.

    Nos bebês, as lesões aparecem frequentemente nas bochechas, pescoço, couro cabeludo e, em alguns casos, podem se espalhar pelo corpo. A preservação da área da fralda é uma característica clássica da dermatite atópica nos bebês, refletindo a integridade da barreira de proteção da pele nessa região.

    A doença manifesta-se em surtos, com períodos de melhora e piora, e cerca de 60% dos casos ocorrem no primeiro ano de vida. Por apresentar menor produção de gorduras naturais, a pele fica mais áspera, o que provoca coceira e pode facilitar infecções por bactérias e fungos.

    Eczema dermatite atópica: existe diferença?

    Muitas pessoas ficam confusas com os termos "eczema" e "dermatite atópica". Na verdade, a dermatite atópica é um tipo específico de eczema, sendo comumente chamada de eczema atópico.

    O termo "eczema" refere-se a um grupo de condições que causam inflamação na pele, enquanto a dermatite atópica é a forma mais comum de eczema, especialmente na infância. Outros tipos incluem o eczema numular, caracterizado por placas arredondadas, e o eczema disidrósico, que forma pequenas bolhas nas mãos e pés.

    A principal característica da dermatite atópica é sua associação com outras condições atópicas, como asma, rinite alérgica e alergias alimentares. A condição está diretamente relacionada a uma falha na função da barreira cutânea, que permite a penetração de alérgenos e agentes irritantes, além de não conseguir manter a hidratação adequada da pele.

    Seu médico poderá orientar sobre o melhor tratamento para aliviar os sintomas e controlar os surtos, considerando a idade do seu bebê e a gravidade da condição.

    Sintomas da dermatite: coceira, carocinhos e outras manifestações

    Reconhecer os sinais da dermatite atópica precocemente ajuda no manejo adequado da condição e proporciona alívio ao seu pequeno.

    Principais sintomas no bebê

    Os bebês com dermatite atópica apresentam sinais característicos que os pais devem observar:

    • Coceira intensa: sintoma mais marcante que pode causar irritabilidade e distúrbios do sono
    • Lesões avermelhadas: manchas vermelhas que podem apresentar pequenas bolhas ou feridas
    • Pele do bebê ressecada e áspera: a pele perde umidade facilmente devido à barreira cutânea comprometida
    • Pequenos carocinhos: podem surgir pápulas (elevações) na pele com bordas definidas
    • Crostas e descamação: em casos mais avançados, aparecem crostas e áreas descamativas

    A coceira frequente pode levar o bebê a se coçar constantemente, o que agrava as lesões e pode causar infecções secundárias. É comum que os sintomas piorem à noite, afetando o sono do bebê.

    Dermatite atópica no rosto e em outras áreas

    A distribuição das lesões varia conforme a idade do bebê:

    • Bochechas: uma das áreas mais afetadas nos bebês pequenos, frequentemente com vermelhidão intensa
    • Couro cabeludo: pode apresentar descamação e crostas semelhantes à crosta láctea
    • Pescoço: especialmente nas dobrinhas, onde o suor e a umidade podem agravar os sintomas
    • Cotovelos: principalmente na parte interna, com ressecamento e vermelhidão
    • Joelhos: a parte posterior é frequentemente afetada em crianças maiores

    Em bebês menores de 2 anos, o rosto, pescoço, punhos e pés são as áreas mais acometidas. Já em crianças mais velhas, as lesões tendem a se concentrar nas dobras do corpo. Consulte sempre seu pediatra ao notar esses sintomas para um diagnóstico preciso.

    Dermatite atópica causa: fatores de risco e gatilhos

    Fatores genéticos e ambientais

    A predisposição genética desempenha um papel crucial no desenvolvimento da dermatite atópica. Estudos mostram que esta condição é causada principalmente por um defeito genético na barreira da pele, especificamente relacionado a mutações na proteína filagrina, componente essencial para manter a hidratação e proteção cutânea.

    Quando há histórico familiar de condições atópicas como asma ou rinite alérgica, o risco de desenvolvimento da dermatite é significativamente maior.

    Os fatores ambientais também podem desencadear ou agravar os surtos:

    • Banhos muito frequentes ou com água muito quente
    • Uso de sabonetes abrasivos
    • Exposição a tecidos ásperos como lã
    • Mudanças bruscas de temperatura
    • Estresse emocional

    A presença da bactéria Staphylococcus aureus na pele também pode contribuir para o agravamento das lesões. Em ambientes muito secos, especialmente durante o inverno, os sintomas tendem a piorar devido à diminuição da umidade natural da pele.

    Alimentos e alergias na pele em bebê

    A relação entre alimentos e dermatite atópica é complexa. Embora nem todas as crianças com dermatite atópica apresentem alergias alimentares, aproximadamente 30% dos casos, principalmente os mais graves e de início precoce, podem ter um componente alimentar associado.

    Os alérgenos alimentares podem desencadear surtos quando ingeridos ou mesmo ao entrar em contato direto com a pele, especialmente durante a fase de introdução alimentar. Os alimentos mais frequentemente associados a reações alérgicas incluem: leite de vaca, ovos (especialmente a clara), amendoim, nozes, soja, peixes e mariscos.

    Quando há suspeita de que alergias alimentares estão contribuindo para os sintomas, é fundamental consultar o pediatra, que poderá encaminhar para um dermatologista ou alergista. Após exames específicos, o médico poderá recomendar uma dieta de exclusão temporária de certos alimentos, sempre garantindo alternativas nutricionalmente adequadas para o desenvolvimento saudável do bebê.

    Tratamento para dermatite atópica em bebê: pomada, sabonete e hidratação

    Um plano de tratamento eficaz envolve cuidados diários, medicamentos específicos quando necessário e produtos adequados para a pele sensível do seu pequeno.

    Cuidados diários e barreira de proteção

    A base do tratamento está nos cuidados diários que ajudam a fortalecer a barreira cutânea do bebê. O banho deve ser morno e rápido, com água em temperatura agradável para evitar o ressecamento da pele.

    Após o banho, seque a pele do bebê suavemente, sem esfregar, usando uma toalha macia. É fundamental aplicar um hidratante específico para pele atópica em até 3 minutos após o banho para "vedar" a umidade na pele.

    Escolha roupas de algodão ou tecidos macios para seu bebê, evitando fibras ásperas que possam provocar coceira. Roupas apertadas também devem ser evitadas, pois podem irritar a pele sensível. O uso de umidificadores de ar nos ambientes onde o bebê passa mais tempo ajuda a manter a umidade adequada, especialmente em climas secos ou com ar-condicionado.

    Pomadas e medicamentos

    Quando os cuidados diários não são suficientes para controlar as crises, seu médico pode recomendar pomadas com corticoide, como hidrocortisona ou mometasona. Estas pomadas ajudam a reduzir a inflamação e aliviar a coceira, mas devem ser usadas apenas sob orientação médica e pelo período recomendado, geralmente de 7 a 10 dias.

    É importante ressaltar que as pomadas corticoides não são recomendadas para bebês com menos de 1 ano de idade, exceto em casos específicos e sempre com prescrição médica.

    Em casos mais graves ou quando há infecção nas lesões, antibióticos para dermatite atópica podem ser necessários. Medicamentos como doxiciclina ou trimetoprima/sulfametoxazol são frequentemente escolhidos quando há suspeita de infecção bacteriana, mas somente devem ser utilizados sob orientação do médico.

    Sabonete e hidratante recomendados

    Para o cuidado diário da pele com tendência atópica, é essencial escolher produtos específicos que respeitem a fragilidade da barreira cutânea. O Stelatopia Gel Lavante da Mustela foi desenvolvido especialmente para peles com tendência à atopia e pode ser usado até em recém-nascidos.

    Sem fragrância e hipoalergênico, este gel limpa suavemente e deixa uma película protetora na pele, evitando o efeito ressecante do banho e acalmando a sensação de coceira desde o primeiro uso.

    Após o banho, o Stelatopia+ Hidratante Relipidante Antiprurido é fundamental para restaurar e fortalecer a barreira danificada da pele. Com textura ultrarrica, este hidratante foi formulado para acalmar imediatamente o desconforto e minimizar a sensação de coceira, proporcionando bem-estar para seu bebê.

    O uso diário destes produtos específicos, combinado com os cuidados adequados, ajuda a controlar os sintomas da dermatite atópica e proporciona mais conforto para o seu pequeno.

    O que o bebê com dermatite atópica pode e não pode comer

    A alimentação desempenha um papel importante no manejo da dermatite atópica, embora nem todos os bebês com a condição apresentem alergias alimentares. Compreender quais alimentos podem ser consumidos com segurança e quais devem ser evitados ajuda a prevenir crises e garantir uma nutrição adequada.

    Alimentos permitidos e nutritivos

    Para a maioria dos bebês com dermatite atópica que não apresentam alergias alimentares específicas, uma dieta variada e nutritiva é fundamental para o desenvolvimento saudável. Os alimentos recomendados incluem:

    • Frutas: maçã, pera, banana, mamão e melancia são geralmente bem toleradas
    • Legumes: abóbora, batata-doce, cenoura, abobrinha e brócolis fornecem nutrientes essenciais
    • Grãos integrais: arroz integral, aveia e quinoa são fontes importantes de energia
    • Proteínas magras: frango e peru (quando não há alergia)
    • Gorduras saudáveis: abacate e azeite de oliva contribuem para a saúde da pele

    Esses alimentos fornecem vitaminas, minerais e antioxidantes que apoiam o sistema imunológico e podem ajudar a fortalecer a barreira cutânea. É importante manter uma alimentação equilibrada que atenda às necessidades nutricionais do bebê em cada fase do desenvolvimento.

    Alimentos que podem piorar o eczema

    Alguns alimentos são mais frequentemente associados a reações alérgicas em bebês com dermatite atópica. A identificação desses alérgenos deve ser feita sempre com orientação médica:

    Alimentos permitidos (geralmente) Alimentos a evitar (se houver alergia confirmada)
    Arroz, aveia, quinoa Leite de vaca e derivados
    Maçã, pera, banana Ovos (especialmente clara)
    Abóbora, batata-doce, cenoura Amendoim e nozes
    Frango, peru (se tolerado) Peixes e mariscos
    Abacate, azeite de oliva Soja e derivados
    Brócolis, abobrinha Milho (em alguns casos)

    É fundamental entender que nem todo bebê com dermatite atópica terá alergias alimentares. Aproximadamente 30% dos casos, principalmente os mais graves, apresentam componente alimentar associado. Nunca exclua alimentos da dieta do seu bebê sem orientação médica, pois isso pode levar a deficiências nutricionais.

    Dicas para introdução alimentar segura

    A introdução alimentar em bebês com dermatite atópica requer atenção especial, mas não deve ser postergada. Siga estas orientações:

    Introduza um alimento novo por vez, aguardando 3 a 5 dias antes de oferecer outro. Isso facilita a identificação de possíveis reações alérgicas. Mantenha um diário alimentar detalhado, registrando quais alimentos foram oferecidos e qualquer reação observada na pele ou comportamento do bebê.

    Observe sinais de reação como vermelhidão ao redor da boca, piora da coceira, surgimento de novas lesões, vômitos ou diarreia. Se notar qualquer desses sintomas, interrompa o alimento e consulte o pediatra.

    Não exclua preventivamente alimentos alérgenos comuns sem recomendação médica. Estudos recentes mostram que a introdução precoce e controlada de alguns alérgenos pode até reduzir o risco de alergias futuras. Sempre consulte seu pediatra, dermatologista ou alergista antes de fazer qualquer modificação significativa na dieta do seu bebê.

    Escrito em parceria com a Dra. Clarence De Belilovsky, dermatologista e membro do círculo de especialistas Mustela.

    Prevenção de crises e bem-estar da criança com pele atópica

    Embora não seja possível eliminar completamente as crises, existem estratégias preventivas que podem reduzir sua frequência e intensidade, proporcionando maior conforto e bem-estar para seu filho.

    Rotina de cuidados que evita surtos

    A hidratação constante da pele é fundamental para fortalecer a barreira cutânea e prevenir crises. Aplique hidratantes específicos para pele atópica diariamente, preferencialmente até 3 minutos após o banho, quando a pele ainda está úmida, para "selar" a umidade.

    Os banhos devem ser rápidos, com água morna (nunca quente) e utilizando produtos de limpeza suaves, sem sabão. Seque a pele delicadamente, sem esfregar.

    Quanto ao vestuário, priorize roupas de algodão, que são mais respiráveis e menos irritativas. Evite tecidos sintéticos, lã e fibras ásperas que podem provocar coceira e agravar as lesões. Mantenha as unhas da criança sempre curtas para minimizar danos à pele durante episódios de coceira intensa.

    Todas essas medidas contribuem para diminuir a frequência dos surtos e melhorar a qualidade de vida do seu pequeno.

    Controle de gatilhos do ambiente

    Os fatores ambientais desempenham papel crucial no desencadeamento de crises atópicas. A poeira doméstica é um dos principais gatilhos, portanto, mantenha a casa limpa, especialmente o quarto da criança. Utilize capas anti-ácaros em colchões e travesseiros e evite acúmulo de bichos de pelúcia e tapetes.

    A temperatura e umidade do ambiente também influenciam diretamente na saúde da pele. Ambientes muito secos ou com variações bruscas de temperatura podem aumentar o ressecamento cutâneo. Utilize umidificadores nos meses mais secos e mantenha a temperatura ambiente amena.

    O estresse emocional também pode desencadear crises, portanto, promova atividades relaxantes e uma rotina tranquila. Pesquisas recentes também identificaram associação entre poluição do ar e dermatite atópica, reforçando a importância de ambientes bem ventilados para crianças com predisposição atópica.

    Quando procurar o médico: diagnóstico e casos graves

    Identificar o momento certo para buscar ajuda médica é essencial para garantir um tratamento adequado e prevenir complicações.

    Sinais de alerta

    Os pacientes com dermatite atópica devem ficar atentos a sinais que indicam agravamento do quadro clínico:

    • Coceira intensa que perturba o sono
    • Vermelhidão que não melhora com hidratação
    • Feridas com secreção ou crostas amareladas (podem indicar infecção secundária)
    • Febre associada às lesões de pele
    • Distúrbios de sono persistentes causados pela coceira

    Em bebês, lesões na face, couro cabeludo, mãos, braços, pés ou pernas que se tornam exsudativas ou com crostas merecem avaliação especializada.

    Exames e profissionais indicados

    O diagnóstico da dermatite atópica é principalmente clínico, realizado por dermatologista, alergista ou pediatra, baseando-se nas características das lesões e no histórico familiar de atopias.

    Embora exames laboratoriais não sejam sempre necessários, o médico pode solicitar testes específicos como dosagem de imunoglobulina E (IgE), contagem de eosinófilos no sangue ou, em casos mais complexos, biópsia de pele.

    Para identificar possíveis alergias alimentares, que ocorrem em 33% a 39% das crianças com dermatite atópica moderada a grave, testes alérgicos podem ser recomendados. O acompanhamento multidisciplinar com dermatologista e alergista é fundamental para o tratamento adequado desta doença inflamatória crônica, especialmente nos quadros mais graves ou resistentes aos tratamentos convencionais.

    Perguntas frequentes sobre dermatite atópica em bebê

    Como tratar dermatite atópica em bebê em casa?

    O tratamento caseiro da dermatite atópica inclui banhos curtos com água morna, uso de sabonetes suaves sem fragrâncias e hidratação intensiva da pele logo após o banho. Aplique hidratantes específicos para peles atópicas, vista seu bebê com roupas de algodão e mantenha as unhas dele curtas para evitar lesões ao coçar. Lembre-se que estes cuidados complementam o tratamento médico, não o substituem.

    Dermatite atópica tem cura ou é para sempre?

    Não existe cura definitiva para a dermatite atópica, pois trata-se de uma condição crônica relacionada à predisposição genética. Entretanto, os sintomas podem ser controlados eficazmente com tratamento adequado. Em muitos bebês, a condição melhora significativamente com o crescimento, podendo até mesmo desaparecer na adolescência, embora alguns possam apresentar episódios ocasionais ao longo da vida.

    Qual a melhor pomada para dermatite atópica em bebê?

    As melhores opções incluem hidratantes específicos para pele atópica e, em crises, pomadas com corticoides de baixa potência prescritas pelo médico. Para casos moderados a graves, existem alternativas como inibidores de calcineurina tópicos (tacrolimus e pimecrolimus). É fundamental consultar um dermatologista pediátrico, pois o tratamento deve ser personalizado para cada bebê e fase da doença.

    Como aliviar a coceira da dermatite atópica em bebê à noite?

    Para aliviar a coceira noturna, aplique hidratantes antes de dormir, mantenha o quarto fresco e com umidade adequada, e vista o bebê com roupas leves de algodão. Compressas frias podem ajudar a acalmar a pele irritada. Em alguns casos, o pediatra pode recomendar anti-histamínicos orais para facilitar o sono. Evite cobertores pesados que possam aumentar a transpiração e piorar o prurido.

    Quais são as causas da dermatite atópica em bebê?

    A dermatite atópica em bebês é causada principalmente por fatores genéticos que afetam a função de barreira da pele, tornando-a mais seca e suscetível à inflamação. Fatores ambientais como alérgenos, clima seco, produtos irritantes e estresse podem desencadear ou agravar as crises. Há também uma forte relação com histórico familiar de atopia, como asma, rinite alérgica ou alergias alimentares, que aumentam o risco de desenvolvimento nos bebês.

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