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    Primeiros cuidados com a pele do bebê

    9min 52sec Atualizado em dezembro 16, 2025
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    Os cuidados com a pele do bebê são essenciais desde os primeiros dias de vida. Delicada e sensível, a pele dos recém-nascidos passa por um processo de adaptação ao mundo exterior após nove meses submersa no líquido amniótico. Essa transição traz mudanças significativas, exigindo atenção especial para proteger a barreira cutânea ainda em desenvolvimento e prevenir problemas comuns como descamação e assaduras.

    Como cuidar dos problemas de pele mais comuns no recém-nascido?

    Descamação da pele, crosta láctea e assaduras são problemas comuns que podem surgir desde os primeiros dias de vida. A pele de bebê é delicada e precisa de tempo para se adaptar ao novo ambiente após o nascimento.

    Pais e mães de primeira viagem ficam preocupados quando surgem esses problemas. O mais importante é saber que existem maneiras de amenizar estes incômodos, evitando a vermelhidão e o ressecamento excessivo da pele dos pequenos.

    A dica é não se desesperar e escolher produtos hipoalergênicos específicos, elaborados para a pele imatura e frágil do bebê. É importante buscar por itens seguros e com eficácia clinicamente comprovada, testados sob controle pediátrico e dermatológico.

    Sabonete ideal: como escolher e usar com segurança

    O sabonete líquido é a escolha mais recomendada para a higiene do bebê, pois contém tensoativos suaves com pH neutro ou ligeiramente ácido, similar ao da pele do recém-nascido. Evite produtos com corantes, fragrâncias artificiais e elementos irritantes como sulfatos e parabenos, que podem causar ressecamento e alergias. Durante o banho, aplique pequenas quantidades com movimentos delicados e enxágue abundantemente, preservando a barreira natural da pele do bebê.

    Quando problemas graves exigem pediatra?

    Procure imediatamente o pediatra se a pele do bebê apresentar erupções que não melhoram em 2-3 dias, lesões com secreção ou pus, descamação intensa acompanhada de vermelhidão que se espalha, febre ou irritabilidade extrema. Problemas graves como dermatite atópica persistente, ictiose ou infecções cutâneas requerem diagnóstico médico e tratamento especializado para evitar complicações que comprometam o bem-estar do recém-nascido.

    Crosta láctea: como identificar e tratar

    A dermatite seborreica, popularmente conhecida como crosta láctea, pode surgir nos primeiros 15 dias de vida do bebê e persistir até o 8º mês. Esta condição caracteriza-se por descamações no couro cabeludo e, embora seja bastante comum em recém-nascidos, sua causa exata ainda não é completamente conhecida. "Pode perdurar por até um ano e só deve causar alguma aflição na mãe se o quadro se espalhar ou infectar", explica a dermatologista Dra. Juliana Nakano.

    Além do couro cabeludo, podem aparecer áreas avermelhadas nas sobrancelhas, atrás das orelhas, axilas e pregas do períneo. É importante ressaltar que a crosta láctea não causa dor no bebê e geralmente não apresenta outros sintomas associados.

    Para o tratamento, o shampoo ideal é aquele específico para esta condição, com fórmula suave e ingredientes que ajudem a eliminar as "casquinhas". Os pais devem aplicar cremes ou óleos hidratantes cerca de meia hora antes do banho para amolecer as crostas, facilitando sua remoção com uma esponjinha de cerdas macias. Nunca tente retirar as casquinhas mecanicamente com as mãos ou escovas duras, pois isso pode ferir o couro cabeludo e provocar infecções.

    Banho de sol seguro para o bebê

    O banho de sol é um complemento importante no tratamento da crosta láctea, mas deve ser realizado com segurança. Os melhores horários para exposição solar são antes das 10h da manhã e após as 16h da tarde. Nestes períodos, a radiação ultravioleta é menos intensa e a exposição é mais segura e benéfica para o bebê, sempre ao ar livre e sem interferência de vidros que possam filtrar os raios solares necessários.

    Descamação: pele do recém-nascido descascando, o que fazer?

    Nos primeiros dias de vida, a pele do bebê costuma descamar, especialmente nos pés e tornozelos. Esta descamação fisiológica é normal e aparece como finas camadas sem vermelhidão ou outros sintomas incômodos. A Dra. Juliana Nakano explica que bebês nascidos com 40 semanas apresentam descamação mais intensa que aqueles de 36-37 semanas, pois sua barreira cutânea ainda está imatura.

    Para tratar, recomenda-se hidratação diária com produtos específicos para bebês, hipoalergênicos e testados dermatologicamente. É importante saber que esta condição é temporária, pois a barreira cutânea só amadurece completamente entre 1-2 anos de idade.

    Fique alerta para sinais que indicam problemas mais sérios: descamação excessiva presente desde o nascimento, erupções cutâneas persistentes ou ressecamento intenso podem indicar ictiose – condição genética caracterizada por descamação severa da pele que requer acompanhamento médico especializado.

    Assaduras

    O contato com a urina, as fezes e o atrito da fralda associados ao aumento da temperatura e umidade na área coberta podem causar vermelhidões no bumbum e nas coxas do bebê. Chamadas de assaduras, essa condição tende a piorar se não for tratada, podendo até evoluir para uma infecção.

    Para proteger a pele contra as assaduras, a orientação da Dra. Juliana Nakano é trocar a fralda assim que perceber que o bebê está úmido. É importante evitar lenços umedecidos com álcool, que podem irritar ainda mais a pele sensível. Prefira usar algodão ou gaze umedecidos com água morna (entre 34°C e 36°C) para a higienização, garantindo limpeza eficaz sem agredir a pele.

    A limpeza dessa área também pode ocasionar assaduras. Por isso, a recomendação é não lavar o bebê a cada troca, pois a remoção excessiva de substâncias lipofílicas pode aumentar o pH da pele. Opte por água de limpeza sem enxágue ou lencinhos livres de ingredientes questionáveis, que irritam menos a pele.

    Troca de fraldas e pomadas com óxido de zinco

    As trocas frequentes de fraldas são essenciais para prevenir assaduras. Idealmente, troque a fralda antes de todas as mamadas e sempre que estiver úmida. Pomadas com óxido de zinco são altamente recomendadas por sua ação antisséptica e anti-inflamatória, formando uma barreira protetora eficaz contra a umidade e irritações.

    Ao aplicar a pomada, certifique-se de que a área esteja limpa e completamente seca. Evite produtos grudentos e difíceis de remover, pois podem piorar a condição. Priorize cremes com textura leve, que não apenas previnem, mas também tratam assaduras leves e moderadas, aliviando o desconforto do bebê.

    Hidratar a pele do bebê: guia diário após o banho

    A hidratação da pele do bebê é um cuidado essencial para manter a saúde cutânea dos pequenos. Após o nascimento, a pele do recém-nascido precisa se adaptar ao novo ambiente. Todos os dias, após o banho, é o momento ideal para hidratar cuidadosamente todo o corpo e o rosto do bebê, aproveitando que a pele ainda está levemente úmida para melhor absorção do produto. Escolha sempre hidratantes específicos para bebês, que sejam hipoalergênicos e testados sob controle dermatológico e pediátrico.

    Para os bebês com pele muito sensível, opte por hidratantes calmantes, que ajudam a aliviar o desconforto e prevenir ressecamentos. Aproveite este momento para uma leve massagem, estimulando o vínculo e promovendo relaxamento. Para bebês acima de 6 meses, o protetor solar também se torna um item importante nos cuidados diários, especialmente antes da exposição ao ar livre, sempre aplicado após a hidratação.

    Temperatura da água e tempo de banho

    A temperatura da água é um fator crucial para o conforto e segurança do bebê durante o banho. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o ideal é manter a água entre 36°C e 37°C, próxima à temperatura corporal do bebê. Água muito quente pode causar queimaduras na pele delicada, enquanto água muito fria pode deixar o bebê desconfortável e provocar resfriamentos.

    Para verificar a temperatura, utilize um termômetro específico para banho ou teste a água com a parte interna do pulso, onde a pele é mais sensível. O banho deve ser rápido, durando no máximo 10 minutos, pois quanto mais tempo o bebê passa na água, mais ela esfria, causando desconforto. Além disso, banhos prolongados podem ressecar a pele, prejudicando sua barreira natural de proteção. Após o banho, seque o bebê rapidamente, com toques suaves, e aplique o hidratante imediatamente para preservar a umidade natural da pele.

    Quando usar loções para acne neonatal?

    A acne neonatal é uma condição comum que afeta aproximadamente 20% dos recém-nascidos, caracterizada por pequenas espinhas ou pápulas vermelhas na pele do bebê. Essas lesões geralmente aparecem nas primeiras semanas de vida e são causadas pelos hormônios maternos que estimulam as glândulas sebáceas do bebê durante a gestação e amamentação.

    Na maioria dos casos, a acne neonatal desaparece por conta própria em duas a três semanas, sem necessidade de tratamento específico. Por isso, não é recomendado o uso de loções medicamentosas sem orientação médica. Os cuidados básicos incluem lavar suavemente o rosto do bebê com água morna e sabonete neutro específico para bebês, evitando esfregar as lesões. Evite também aplicar óleos na região afetada, pois podem aumentar a oleosidade e agravar o quadro. Se as espinhas persistirem por mais de três semanas ou apresentarem sinais de infecção, é importante consultar um pediatra, que poderá recomendar produtos específicos adequados para a delicada pele do bebê.

    Cuidados com o coto umbilical: passo a passo seguro

    O coto umbilical requer atenção especial nos primeiros dias de vida do bebê. Para higienizá-lo corretamente, lave bem as mãos e utilize um algodão umedecido com álcool 70%, limpando suavemente a base e toda a extensão do coto. Esta área sensível precisa ser mantida seca e limpa para evitar infecções.

    Faça a limpeza diariamente após o banho e a cada troca de fraldas, dobrando a fralda abaixo do umbigo para evitar o contato com elementos irritantes como urina e fezes. Fique atento aos sinais de infecção: vermelhidão ao redor do umbigo, secreção amarelada com mau cheiro, inchaço ou sensibilidade ao toque. Nesses casos, procure imediatamente o pediatra. O coto deve cair naturalmente entre 7 e 15 dias após o nascimento.

    Inverno ou verão: cuidados com a pele do bebê ao sol

    A pele delicada do bebê precisa de proteção especial contra o sol durante todo o ano, seja no calor intenso do verão ou nos dias mais frios de inverno. Os raios solares estão presentes mesmo em dias nublados e podem afetar a pele sensível dos pequenos, que ainda está se adaptando ao mundo exterior após meses protegida no útero materno.

    Roupas e hidratação no frio

    Durante o inverno, os pais devem vestir os bebês em camadas para garantir conforto e proteção adequada. Um body de manga longa, calças e, se necessário, um casaco com capuz são essenciais para proteger a pele do frio. Mesmo em dias mais frios, a hidratação da pele continua fundamental, utilizando produtos específicos para bebês, hipoalergênicos e testados dermatologicamente. A exposição solar no inverno também requer cuidados, pois a neve e superfícies claras podem refletir até 85% dos raios solares, aumentando o risco de queimaduras.

    Proteção física e protetor solar após 6 meses

    Para bebês com menos de 6 meses, a recomendação é evitar a exposição direta ao sol, priorizando a proteção física com roupas adequadas, chapéus e sombrinhas. Após os 6 meses de idade, o protetor solar específico para bebês torna-se um aliado importante, devendo ser aplicado 30 minutos antes da exposição e reaplicado a cada duas horas. É fundamental respeitar os horários mais seguros para expor o bebê ao sol: antes das 10h e após as 16h, conforme recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, evitando assim os horários de maior incidência da radiação UVB.

    FAQ sobre cuidados com a pele do bebê

    Como hidratar a pele do bebê recém-nascido?

    A pele do recém-nascido perde umidade até duas vezes mais rápido que a de um adulto, necessitando hidratação diária. Aplique produtos específicos, formulados sem parabenos e com ingredientes naturais, após o banho morno, realizando movimentos circulares suaves para estimular o mundo sensorial do bebê.

    Quais cuidados com a pele do bebê de 1 mês?

    Troque a fralda sempre que estiver úmida e limpe com algodão ou panos macios sem pressionar. Evite banhos frequentes, pois removem a proteção natural da pele. Utilize produtos hipoalergênicos e mantenha a exposição solar indireta, apenas entre 7h-10h ou após 16h, para fortalecer a barreira cutânea.

    Prematuro precisa de produtos diferentes?

    Sim, a pele de bebês prematuros é significativamente mais fina e sua função de barreira está reduzida, necessitando 15 dias para atingir a maturação normal. Opte por produtos sem álcool, corantes, parabenos e fragrâncias, especialmente formulados para prevenir irritações e manter a termorregulação adequada.

    Como evitar erupções cutâneas no verão?

    Mantenha o bebê em ambientes ventilados e use roupas leves de algodão ou linho. Após o banho, seque bem as dobrinhas da pele e evite o calor excessivo. As erupções mais comuns no verão ocorrem por transpiração retida, sendo importante manter a pele limpa e seca, sem produtos oclusivos.

    Quando a descamação deixa de ser normal?

    A descamação fisiológica é natural nos primeiros dias, especialmente em bebês nascidos após 40 semanas, desaparecendo sozinha em alguns dias. Entretanto, quando acompanhada de vermelhidão intensa, coceira, inflamação ou persistir após duas semanas, pode indicar condições como ictiose ou dermatite atópica, exigindo avaliação médica.

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