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    Estria no peito: causas, prevenção e tratamentos eficazes

    7min 23sec Atualizado em janeiro 09, 2026
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    Estria no peito: causas, prevenção e tratamentos

    As estrias no peito são marcas causadas pelo estiramento repentino da pele quando os seios aumentam de volume rapidamente. Afetam principalmente gestantes, mas também adolescentes e pessoas com ganho de peso súbito. Neste guia completo, você encontrará orientações essenciais sobre causas, prevenção e tratamentos eficazes para manter a pele dos seios saudável e elástica durante a gravidez, no pós-parto e em outras fases da vida.

    O que são estrias no peito e por que aparecem?

    As estrias são lesões semelhantes a cicatrizes que surgem na pele quando ocorre um estiramento excessivo, levando ao rompimento das fibras elásticas e de colágeno da derme. Nos seios, essas marcas são particularmente comuns durante a gravidez, quando os tecidos mamários passam por rápidas mudanças de volume para se prepararem para a amamentação.

    Rompimento das fibras de colágeno

    O aparecimento de estrias está diretamente relacionado à quebra das fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele. Quando o tecido mamário cresce rapidamente durante a gestação, essas fibras são esticadas além de sua capacidade natural, resultando em microrrupturas na derme.

    Este processo desencadeia uma resposta inflamatória localizada, que se manifesta inicialmente como estrias avermelhadas ou rosadas. Com o tempo, à medida que a inflamação diminui, as estrias evoluem para a coloração esbranquiçada, característica das estrias maduras.

    Fatores que desencadeiam o estiramento da pele

    A formação de estrias nos seios durante a gravidez está associada a diversos fatores além do crescimento físico. As alterações hormonais próprias da gestação, especialmente o aumento dos níveis de estrogênio e cortisol, tornam as fibras elásticas da pele mais frágeis e suscetíveis ao rompimento.

    Existe também uma predisposição genética importante: mulheres cujas mães ou irmãs desenvolveram estrias durante a gravidez têm maior probabilidade de apresentar o mesmo problema. O ganho rápido de peso, comum no segundo e terceiro trimestres, também contribui significativamente para o estiramento excessivo da pele do busto.

    Reconheça os sinais iniciais do aparecimento de estrias:

    • Coceira ou prurido na região dos seios
    • Linhas finas avermelhadas ou rosadas
    • Leve elevação da pele na área afetada
    • Sensação de pele mais fina e sensível
    • Aparência de pele brilhante antes das marcas visíveis

    A aparência das estrias varia conforme seu estágio de desenvolvimento, iniciando como linhas finas avermelhadas que gradualmente se tornam mais largas e esbranquiçadas com o passar do tempo.

    Tipos de estrias: vermelhas, brancas e roxas no peito

    Durante a gravidez, os seios passam por mudanças significativas que podem resultar no surgimento de estrias. Compreender os diferentes tipos e estágios dessas marcas é fundamental para escolher o tratamento mais adequado.

    Estrias vermelhas: estágio inicial

    As estrias vermelhas representam o estágio inicial do rompimento das fibras colágenas da pele. Surgem geralmente a partir da 25ª semana de gestação, quando os seios aumentam rapidamente de volume. Nesta fase, a pele apresenta um processo inflamatório ativo, com alta vascularização na região afetada.

    Antes mesmo de aparecerem, podem causar sensação de coceira intensa no local, indicando que está ocorrendo uma reorganização das fibras elásticas. As estrias recentes têm textura levemente elevada e, em alguns casos, podem provocar ardência ou desconforto ao toque.

    Estrias brancas: fase madura

    Com o tempo, as estrias vermelhas evoluem para estrias brancas ou prateadas, indicando que o processo inflamatório cessou e o tecido cicatricial já está consolidado. Esta fase representa estrias mais antigas, onde há menor irrigação sanguínea e, consequentemente, menor capacidade de regeneração.

    As estrias brancas são geralmente mais largas, com aparência aplanada e textura diferente da pele ao redor. Embora não causem sintomas físicos como coceira ou dor, representam um desafio maior para o tratamento, pois respondem menos às terapias convencionais.

    Estrias roxas: transição de cor

    As estrias roxas caracterizam um estágio intermediário entre as vermelhas e as brancas. Esta coloração arroxeada é uma nuance da estria vermelha e indica que o processo inflamatório ainda está presente, porém em fase de transição. Durante a gravidez, são particularmente comuns nos seios devido ao estiramento intenso da pele nessa região. As estrias roxas podem apresentar leve desconforto e coceira ocasional, menos intensa que nas estrias vermelhas.

    Característica Estrias Vermelhas Estrias Roxas Estrias Brancas
    Tempo de surgimento Recentes (1-6 meses) Intermediárias (6-12 meses) Antigas (mais de 1 ano)
    Cor Vermelho vivo ou rosado Tom arroxeado Branco ou prateado
    Sintomas Coceira intensa, possível dor Coceira moderada Sem sintomas
    Facilidade de tratamento Alta (responde bem) Moderada Baixa (mais resistente)
    Textura Levemente elevada Menos elevada Aplanada

    Estrias na gravidez e no pós-parto: o que muda?

    Durante a gestação, estrias na gravidez afetam cerca de 90% das mulheres, principalmente no terceiro trimestre. Mas o que realmente acontece com a pele nesse período e como os cuidados devem mudar após o nascimento do bebê?

    Hormônios e distensão rápida da pele

    Os hormônios são grandes responsáveis pelo aparecimento das estrias durante a gravidez. O estrogênio, cortisol e relaxinas tornam as fibras elásticas da pele mais frágeis, facilitando seu rompimento quando submetidas à distensão. Esse processo hormonal, associado ao rápido ganho de peso e crescimento da barriga, cria o cenário perfeito para o surgimento das estrias.

    Nas mamas, o processo é intensificado pela preparação para a amamentação, quando os seios ganham volume rapidamente. As estrias aparecem inicialmente avermelhadas, indicando um processo inflamatório local após o rompimento das fibras colágenas. Esse sinal de alerta do corpo mostra que a pele está sendo esticada além de sua capacidade natural de elasticidade.

    Cuidados imediatos depois do parto

    No pós-parto, o corpo passa por novas transformações. A descida do leite provoca o volume máximo nos seios, enquanto a barriga inicia seu processo de retração. Neste momento crítico, os cuidados com as estrias precisam ser adaptados.

    Para as estrias recentes, ainda avermelhadas, o tratamento deve começar o quanto antes. Bioestimuladores que reorganizam as fibras de colágeno e elastina são opções eficazes nesta fase. A hidratação intensa continua fundamental, mas agora com produtos específicos que, além de hidratar, previnem o relaxamento cutâneo e estimulam a produção de fibras de suporte.

    É importante manter a pele sempre bem hidratada e optar por produtos com alta tolerância, compatíveis com a amamentação e livres de ingredientes questionáveis como parabenos e ftalatos, garantindo a segurança tanto da mãe quanto do bebê.

    Outros fatores de risco: adolescência, silicone e mais

    A formação de estrias não se limita apenas à gravidez e ganho de peso. Existem outros fatores importantes que podem levar ao surgimento dessas marcas na pele, afetando diferentes grupos e situações.

    Estirão de crescimento e estrias nos adolescentes

    Durante a adolescência, o corpo passa por um período de crescimento acelerado, conhecido como estirão de crescimento. Nesta fase, a pele estica rapidamente para acompanhar o desenvolvimento corporal, podendo romper suas fibras elásticas.

    As estrias fisiológicas da adolescência são mais comuns em meninos, principalmente nas costas, nádegas e joelhos, enquanto nas meninas aparecem mais nas coxas, seios e panturrilhas. O crescimento de 10 cm ou mais em um curto período aumenta significativamente o risco de desenvolvimento dessas marcas, que inicialmente apresentam coloração avermelhada ou arroxeada.

    Prótese de silicone e volume exagerado

    A colocação de próteses de silicone representa outro fator de risco importante para o surgimento de estrias nos seios. Quanto maior o tamanho das próteses, maior a probabilidade de desenvolver essas marcas, pois a pele precisa se estender além de sua capacidade natural para acomodar o novo volume.

    Mesmo próteses menores podem causar estrias quando a pele não possui elasticidade suficiente. Por isso, é fundamental a hidratação intensiva da região antes e após o procedimento, além da escolha adequada do tamanho da prótese conforme as características individuais do corpo.

    Outros fatores que contribuem para o surgimento de estrias incluem:

    • Predisposição genética e histórico familiar
    • Alterações hormonais significativas
    • Exercícios intensos com ganho muscular rápido
    • Má circulação sanguínea na pele
    • Uso prolongado de medicamentos corticoides

    A prevenção passa pela hidratação constante, alimentação balanceada e exercícios moderados que melhorem a circulação sanguínea, fortalecendo a elasticidade da pele e reduzindo as chances de formação dessas marcas indesejadas.

    Como prevenir estrias no peito: rotina diária

    A prevenção de estrias nos seios durante a gravidez requer cuidados diários e consistentes. Com o aumento rápido de volume nessa região, a pele precisa de atenção especial para manter sua elasticidade e evitar o rompimento das fibras colágenas que resultam em estrias.

    Hidratação potente da pele

    A hidratação é fundamental para manter a elasticidade da pele e prevenir o surgimento de estrias nos seios. Aplique cremes específicos pelo menos duas vezes ao dia, evitando a região da aréola e dos mamilos. Utilize produtos com manteiga de karité, que cria uma barreira protetora na pele, retendo a umidade e prevenindo ressecamento.

    Escolha fórmulas com alta tolerância e sem ingredientes questionáveis como parabenos e ftalatos. Massageie suavemente em movimentos circulares para estimular a circulação sanguínea e mantenha a consistência na aplicação, transformando-a em um ritual diário de cuidado.

    Alimentação saudável e exercícios físicos

    O que você consome e como se movimenta impactam diretamente na saúde da sua pele. Inclua alimentos ricos em vitamina C, essencial para a produção de colágeno e elasticidade da pele. Frutas cítricas, kiwi, mamão e vegetais folhosos devem fazer parte da sua dieta regular.

    Consuma proteínas magras que ajudam na formação das fibras da pele e beba bastante água para hidratar de dentro para fora. Pratique exercícios moderados como caminhada, natação ou ioga para melhorar a circulação, evitando ganhos ou perdas de peso muito rápidos que possam esticar excessivamente a pele.

    Sutiãs de sustentação e postura

    O suporte adequado aos seios é crucial na prevenção de estrias. Invista em sutiãs com boa sustentação para uso durante o dia e a noite, escolhendo modelos de algodão com alças largas e sem armação de ferro. Certifique-se que o tamanho está correto, oferecendo conforto sem apertar.

    Troque o tamanho do sutiã conforme os seios aumentam durante a gravidez e mantenha uma postura adequada para distribuir o peso de forma equilibrada. Ao dormir, use sutiãs específicos para descanso que ofereçam suporte sem desconforto.

    Tratamentos para estrias no peito: do creme ao laser

    Cremes tópicos e ativos cosméticos

    Os tratamentos tópicos são geralmente a primeira opção para quem deseja melhorar a aparência das estrias no peito. O ácido retinoico é um dos ativos mais eficazes, pois estimula a renovação celular e a produção de colágeno, ajudando a suavizar as estrias em seu estágio inicial.

    O óleo de rosa mosqueta também apresenta resultados promissores, especialmente quando prensado a frio, pois contém ácidos graxos essenciais (linoleico, linolênico e oleico) que promovem hidratação e ajudam na regeneração da pele. Para melhores resultados, é recomendável aplicar os cremes pelo menos duas vezes ao dia, evitando a região da aréola e dos mamilos.

    Produtos com vitamina C e antioxidantes também são indicados, pois ajudam a clarear manchas e proteger a pele contra danos dos radicais livres.

    Procedimentos minimamente invasivos

    Quando os tratamentos tópicos não são suficientes, procedimentos minimamente invasivos podem ser uma alternativa. O microagulhamento utiliza pequenas agulhas que criam microperfurações na pele, estimulando a produção de colágeno e elastina. Este tratamento é especialmente eficaz para estrias brancas, que são mais difíceis de tratar.

    A carboxiterapia, por sua vez, consiste na injeção de gás carbônico (CO₂) diretamente nas estrias, melhorando a circulação sanguínea local e estimulando a produção de colágeno. Este procedimento apresenta resultados impressionantes: redução de até 80% nas estrias brancas e até 100% nas estrias vermelhas ou arroxeadas após 5 a 10 sessões.

    Os peelings químicos, utilizando ácidos como glicólico ou salicílico, promovem a renovação celular e a descamação das camadas superficiais da pele, melhorando a textura e estimulando a produção de colágeno e elastina.

    Tecnologias a laser e luz pulsada

    Os tratamentos a laser representam uma das opções mais avançadas para o tratamento de estrias. O laser CO₂ fracionado emite pequenos feixes de luz que removem a pele danificada, estimulando a produção de colágeno e elastina. Uma única sessão pode proporcionar melhora de até 30% nas linhas, chegando a 80% de redução ao final do tratamento completo.

    A Luz Intensa Pulsada (LIP) é especialmente eficaz para estrias recentes, reduzindo a microcirculação local e estimulando a produção de colágeno. Quando associada ao ácido retinoico, pode deixar o tom da pele entre 30% e 80% mais uniforme, tornando as estrias mais finas. Para estrias vermelhas ou roxas (estrias recentes), o laser pulsed-dye tem mostrado excelentes resultados, enquanto o laser fracionado é mais indicado para estrias mais antigas ou brancas.

    Quando considerar cirurgia?

    A cirurgia para remoção de estrias é geralmente considerada apenas em casos extremos, quando as estrias são muito profundas e largas, e outros tratamentos não surtiram efeito. Procedimentos como abdominoplastia ou lifting de seios podem remover áreas com estrias, mas são invasivos e possuem tempo de recuperação prolongado.

    Antes de optar pela cirurgia, recomenda-se tentar uma combinação de tratamentos menos invasivos, como laser fracionado associado a peelings químicos ou microagulhamento. A decisão deve ser tomada após consulta com um dermatologista ou cirurgião plástico qualificado, considerando fatores como extensão das estrias, saúde geral e expectativas realistas.

    Método Número de sessões Tempo de recuperação Custo médio (2025)
    Cremes tópicos Uso contínuo Sem recuperação R$ 100-300/unidade
    Microagulhamento 3-5 sessões 1-3 dias R$ 350-700/sessão
    Carboxiterapia 5-10 sessões 1-2 dias R$ 280-400/sessão
    Peeling químico 3-6 sessões 3-7 dias R$ 300-500/sessão
    Laser fracionado 3-6 sessões 7-15 dias R$ 450-900/sessão
    Luz pulsada 3-5 sessões 2-3 dias R$ 400-700/sessão
    Cirurgia 1 procedimento 2-4 semanas R$ 5.000-15.000

    Tratamentos direcionados: vermelhas vs. brancas

    Estrias vermelhas: agir rápido melhora resultados

    As estrias vermelhas representam a fase inicial do problema, quando os vasos sanguíneos ainda são visíveis através da pele danificada. É justamente neste estágio que os tratamentos são mais eficazes, pois a pele encontra-se em processo ativo de cicatrização. A coloração avermelhada ou arroxeada indica maior vascularização na área, facilitando a regeneração do tecido e a absorção de ativos.

    Especialistas recomendam iniciar o tratamento o quanto antes, já que estas estrias respondem melhor às intervenções. O Laser CO₂ Fracionado destaca-se como um dos métodos mais eficientes para estrias recentes, pois penetra nas camadas profundas da pele, estimulando a produção de colágeno e elastina.

    Bioestimuladores de colágeno também apresentam resultados promissores, atuando como sinalizadores para as células produzirem mais dessa proteína essencial para firmeza e elasticidade. Produtos com ácido retinóico podem ser aliados importantes, promovendo renovação celular acelerada e melhorando a circulação sanguínea local.

    Estrias brancas: técnicas para estimular colágeno

    Quando as estrias adquirem coloração branca ou perolada, significa que já se tornaram cicatrizes consolidadas, com menor vascularização e irrigação sanguínea reduzida. Nesta fase, os tratamentos exigem abordagens mais intensivas para obter resultados visíveis. As linhas brancas representam um desafio maior, pois o tecido já passou pelo processo completo de cicatrização, formando fibrose e apresentando menor capacidade regenerativa.

    Para estas estrias antigas, o microagulhamento surge como alternativa eficaz, criando microperfurações controladas que estimulam a renovação celular e a produção de colágeno. A carboxiterapia e peelings químicos também são recomendados para promover renovação mais ampla do tecido.

    Bioestimuladores injetáveis de colágeno, como ácido poli-L-láctico ou hidroxiapatita de cálcio, ajudam a melhorar a aparência das linhas, suavizando a textura da pele. Embora nenhum tratamento elimine completamente as estrias brancas, protocolos combinados podem reduzir significativamente sua visibilidade, alcançando até 80% de melhora no aspecto geral da pele.

    Perguntas frequentes sobre estria no peito

    Como tirar estrias no peito?

    Para reduzir estrias no peito, procure tratamentos como laser CO₂ fracionado, microagulhamento ou peelings químicos. Produtos tópicos com retinoides e vitamina C estimulam a renovação celular. Estrias vermelhas respondem melhor aos tratamentos por terem maior vascularização, facilitando a regeneração do tecido danificado. Consulte um dermatologista para avaliar qual método é mais indicado para o seu caso.

    Quais são as causas das estrias no peito?

    As estrias surgem principalmente devido ao estiramento rápido da pele durante a gravidez ou ganho de peso acelerado, rompendo as fibras colágenas. Alterações hormonais, especialmente durante a gestação, tornam as fibras elásticas mais frágeis. Há também componente genético importante, com predisposição familiar. Adolescentes podem desenvolver estrias durante o estirão de crescimento, e próteses de silicone também aumentam o risco.

    Como tratar estrias vermelhas no peito?

    Estrias vermelhas são recentes e mais responsivas aos tratamentos. Aplique produtos com ácido retinoico ou vitamina C para estimular colágeno. Tratamentos como laser de baixa intensidade e radiofrequência são eficazes nessa fase inicial. O tratamento precoce é fundamental, pois as estrias vermelhas podem permanecer neste estado por 6 a 12 meses antes de tornarem-se brancas.

    Como tratar estrias brancas no peito?

    Estrias brancas exigem tratamentos mais intensivos. O laser CO₂ fracionado é considerado padrão-ouro, pois remove o tecido cicatricial e estimula novo colágeno. Alternativas incluem microagulhamento profundo e peelings químicos concentrados. Tratamentos combinados obtêm melhores resultados, mas requerem várias sessões. Embora não desapareçam completamente, podem ter sua aparência significativamente melhorada.

    O que é bom para estrias no peito?

    Produtos com ácido retinoico, vitamina C e óleo de rosa mosqueta são eficazes. Cremes contendo centella asiática estimulam a produção de colágeno e elastina. A hidratação constante melhora a elasticidade da pele. Para resultados mais significativos, combine produtos tópicos com procedimentos dermatológicos profissionais e mantenha boa hidratação interna bebendo água regularmente.

    Como prevenir estrias no peito?

    Aplique cremes específicos pelo menos duas vezes ao dia, evitando a área da aréola e mamilos. Use sutiãs com boa sustentação durante a gravidez. Mantenha a pele sempre hidratada e consuma alimentos ricos em vitaminas C e E. Evite ganho de peso acelerado e faça massagens suaves nos seios após o banho para melhorar a circulação e elasticidade da pele.

    Estrias no peito e autoestima: cuide de você

    É natural que as estrias apareçam no peito durante a gravidez e pós-parto, e isso não diminui sua beleza. No dia a dia, lembre-se que essas marcas fazem parte da jornada materna e são compartilhadas por milhares de mulheres. O cuidado com a pele vai além da prevenção: envolve também acolher as mudanças do seu corpo com carinho.

    Se as estrias afetam sua autoestima, consultar um dermatologista pode ajudar, pois existem tratamentos como microagulhamento e cremes específicos que podem suavizá-las. Valorize sua história e as marcas que contam sobre seu amor e dedicação.

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