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    Cuidados com a pele do bebê: 5 hábitos que podem prejudicar

    8min 51sec Atualizado em dezembro 15, 2025
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    5 hábitos que podem prejudicar a pele do bebê

    A pele dos bebês exige atenção especial no dia a dia, pois apresenta uma barreira cutânea ainda imatura e em desenvolvimento. Por isso, a pele infantil é muito mais suscetível às agressões externas e mais permeável à absorção de substâncias, o que aumenta o risco de irritação, vermelhidão e até mesmo desidratação.

    Abaixo, acompanhe 5 práticas corriqueiras que podem prejudicar a pele do bebê e saiba o que fazer para evitar maiores problemas.

    1 – Deixar o bebê com a fralda suja e o impacto na pele do RN

    Trocar a fralda sempre após as mamadas e fazer a higienização adequada da região previne contra as assaduras e outras perturbações, como inflamações, ardência e coceira. A frequência ideal de trocas é de pelo menos 6 vezes ao dia, sendo que no caso de evacuações, a troca deve ocorrer logo após o bebê fazer cocô. "A oclusão da pele na região das fraldas ocasiona aumento da temperatura e umidade local, além disso, a pele fica mais suscetível à irritação pelo contato e maceração da fralda, das fezes e da urina", afirma Dra. Vania Oliveira de Carvalho, no Guia de Conselhos da Mustela.

    Para evitar as assaduras, mantenha o bebê sempre limpinho, sem deixá-lo muito tempo com a fralda úmida. Fraldas molhadas por períodos prolongados elevam significativamente o risco de irritação na pele delicada do recém-nascido. Para fazer a higiene, utilize lenços umedecidos, água ou algodão com água de limpeza sem enxágue.

    Lembrando que todos os produtos para a troca de fraldas devem ser escolhidos com cuidado pelos pais: do lenço umedecido à pomada antiassaduras, é preciso ficar de olho nas formulações, buscando itens com ingredientes naturais e compatíveis com a pele sensível dos bebês. Para mais informações sobre os cuidados ideais durante as trocas, consulte nosso guia de higiene para a pele do bebê.

    2 – Banho muito quente: controle da temperatura da água e hora do banho

    O medo do bebê passar frio durante o banho leva muitos pais a deixar a água quente demais. A temperatura alta prejudica o desenvolvimento da camada protetora e resseca ainda mais a pele do bebê, que já é naturalmente mais sensível. Isso pode não só potencializar o surgimento de brotoejas como também piorar quadros de pequenos com pele de tendência atópica ou dermatite.

    Para garantir o conforto e a saúde da pele do seu bebê, é fundamental controlar a temperatura da água e escolher adequadamente a hora do banho. No verão, vale aumentar a quantidade de banhos mornos para que a pele fique sempre limpa e fresca. Seque com toques leves e evite cremes ou loções perfumadas ou oleosas. Se possível, deixe o bebê sem roupa ou somente com fralda durante algum tempo para a pele se refrescar.

    Boas práticas para o banho do bebê:

    • Temperatura ideal da água: entre 36°C e 37°C (use termômetro de banho para verificação).
    • Duração do banho: 5 a 10 minutos, evitando o ressecamento da pele.
    • Ambiente: fechado e aquecido, sem correntes de ar.
    • Saiba mais sobre como prevenir o ressecamento cutâneo em bebês.

    3 – Exposição ao sol: proteção da pele do bebê no verão

    A recomendação atual da Sociedade Brasileira de Pediatria é não expor bebês menores de seis meses diretamente ao sol. Após essa idade, o uso de protetores solares torna-se essencial para a proteção da pele de crianças, especialmente durante o verão, quando a exposição solar aumenta consideravelmente. É importante entender a diferença entre os raios solares: os UVA penetram profundamente na pele causando envelhecimento prematuro e manchas, enquanto os UVB são responsáveis pelas queimaduras solares e vermelhidão.

    Para escolher um produto adequado, fique atento ao rótulo: itens com alta proteção contra os raios UV precisam contar com Fator de Proteção Solar (FPS) adequado e, simultaneamente, um valor de PPD (Persistent Pigment Darkening) que proteja contra os raios UVA. O PPD ideal deve ser pelo menos um terço do valor do FPS. É necessário que as mamães e os papais fiquem atentos em relação ao tempo de exposição e ao horário, já que a pele do bebê é frágil e perde água com mais facilidade.

    FPS PPD mínimo recomendado Nível de proteção
    30 10 Moderado
    50 17 Alto
    70 23 Muito alto

    4 – Hidratar pele de bebê: escolha do hidratante adequado

    Até os dois anos de idade, a pele do bebê ainda está em desenvolvimento e não é capaz de manter sozinha os níveis adequados de hidratação. Isso ocorre porque a pele infantil tem apenas um quinto da espessura da pele adulta, possui menos fibras elásticas e suas glândulas sudoríparas ainda são imaturas. Por esse motivo, é fundamental o uso de um hidratante específico para a pele delicada e frágil do bebê.

    Após os dois anos de idade, a pele da criança começa a amadurecer gradualmente, mas ainda requer cuidados diferenciados dos adultos. Embora a barreira cutânea se torne mais resistente, a pele infantil continua mais sensível aos agentes externos e aos produtos de higiene com formulações agressivas. É somente por volta dos doze anos que a estrutura e as funções da pele correspondem às de um adulto.

    Para a escolha do hidratante mais adequado ao tipo de pele do seu bebê, é importante uma consulta com dermatologista ou pediatra para o diagnóstico correto. Busque produtos com pH fisiológico (entre 4,5 e 5,5) e com fragrâncias suaves que não causem irritações. Hidratantes com ingredientes naturais como camomila, algodão ou extratos vegetais são excelentes opções.

    A Mustela possui cuidados específicos para a pele normal, pele muito sensível e pele com tendência atópica. Para conhecer mais sobre como manter a pele do seu bebê macia e protegida, confira nosso artigo sobre bons hábitos de hidratação.

    5 – Levar em conta o pH dos produtos

    A grande maioria dos produtos de cuidados com a pele dos bebês não trazem informações de pH nos rótulos. Mesmo aqueles descritos como suaves ou neutros podem ter índices elevados que são inadequados para a pele dos pequenos.

    Por que o pH fisiológico reduz o risco de irritação?

    O pH fisiológico, entre 4,5 e 5,5, é o ideal para a proteção da pele do bebê: de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, o pH ácido similar ao pH cutâneo não interfere com tanta intensidade na microflora da pele. A pele do recém-nascido é especialmente vulnerável, pois ao nascimento apresenta um pH mais elevado (entre 6,3 e 7,5) que só se torna gradativamente ácido entre a 2ª e 4ª semana de vida, aumentando sua capacidade de defesa.

    Além disso, o pH dentro destes níveis respeita a delicadeza cutânea e atua em perfeita harmonia com a pele frágil dos pequenos, não ressecando e nem agredindo a cútis. Ao escolher produtos de higiene infantil, verifique sempre se o rótulo indica "pH 4,5-5,5" ou "pH fisiológico", garantindo assim maior proteção contra o risco de irritação e desidratação da pele sensível do bebê.

    Cuidados extras com a pele do recém-nascido (RN)

    A pele do recém-nascido é extremamente delicada e necessita de atenção redobrada. Nos primeiros meses, ela ainda não consegue desempenhar totalmente seu papel de barreira protetora, ficando mais vulnerável às agressões externas como frio, vento, sol e poluição. Por isso, cuidados específicos são necessários para garantir a saúde e o bem-estar cutâneo do bebê desde os primeiros dias.

    Pele do recém-nascido descamando: é normal?

    A descamação da pele do recém-nascido é um processo fisiológico natural e acontece principalmente em bebês que nascem com maior idade gestacional. Bebês de 40 semanas geralmente apresentam descamação mais intensa que aqueles nascidos com 36 ou 37 semanas. Esta condição está relacionada com a falta de umidade na barreira cutânea e costuma desaparecer sozinha em alguns dias.

    A solução é simples: hidrate diariamente a pele do bebê, utilizando produtos específicos para recém-nascidos, hipoalergênicos e testados dermatologicamente. É normal a descamação nas palmas das mãos, solas dos pés e tornozelos. Porém, se a descamação for excessiva, acompanhada de vermelhidão intensa, coceira ou crostas que não melhoram, consulte imediatamente o pediatra ou dermatologista.

    Como fazer a limpeza do coto umbilical de forma segura

    A limpeza do coto umbilical deve ser realizada diariamente até que ele caia, o que geralmente ocorre entre a primeira e segunda semana de vida. Lave as mãos com água e sabão antes de iniciar.

    Umedeça uma haste flexível com álcool 70% e limpe a base do coto com movimentos circulares suaves, entre o coto e a pele. Em seguida, limpe o restante do coto com outra haste também umedecida em álcool 70%. Repita este processo após cada troca de fralda e banho, mantendo a área sempre seca e limpa para evitar infecções.

    Cuidados com a pele do bebê no verão e no inverno

    No verão, o calor e a umidade favorecem brotoejas e irritações nas dobrinhas. Proteja o bebê do sol utilizando coberturas nos carrinhos, bonés e roupas de manga com tecidos leves. No inverno, o frio e o ar seco podem causar ressecamento, coceiras e descamações.

    A hidratação diária após o banho é essencial em ambas as estações, mas especialmente no inverno. Aplique o hidratante com a pele ainda úmida para melhor absorção. Quanto às roupas, prefira algodão no verão para maior respirabilidade, e no inverno evite agasalhar demais, pois o suor excessivo também pode irritar a pele sensível.

    Conheça mais sobre as características e cuidados específicos para a pele dos bebês.

    Perguntas frequentes sobre cuidados com a pele do bebê

    Com que frequência devo dar banho no recém-nascido?

    A frequência ideal de banho para o recém-nascido varia conforme o clima. No Brasil, devido às condições climáticas, costuma-se dar um banho diário, mas especialistas internacionais consideram que três a quatro banhos por semana já são suficientes. Em dias muito frios, pode-se fazer uma higienização com algodão umedecido nas dobrinhas. O importante é usar água morna (entre 36°C e 37°C) e sabonete neutro, evitando banhos prolongados que podem ressecar a pele delicada.

    Quando posso usar protetor solar no bebê?

    O uso de protetor solar é recomendado apenas após os 6 meses de idade. Antes disso, utilize apenas proteção mecânica como roupas leves, chapéus e sombrinhas, evitando a exposição direta ao sol, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria. Escolha protetores solares com filtros físicos (óxido de zinco e dióxido de titânio) e FPS 50 ou superior, que formam uma barreira física contra os raios UV sem penetrar na pele, reduzindo o risco de alergias

    Como hidratar a pele do bebê recém-nascido?

    A pele do bebê recém-nascido é delicada e ainda está em fase de adaptação, por isso a hidratação deve ser feita com produtos específicos para essa faixa etária. Após o banho, com a pele ainda levemente úmida, aplique um hidratante próprio para bebês, de fórmula segura, hipoalergênica e que ajude a fortalecer a barreira cutânea. Evite produtos com álcool, corantes ou fragrâncias agressivas e, caso note vermelhidão ou ressecamento excessivo, procure orientação médica.

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